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Índice definido pela Aneel tenta compensar também conjunto de medidas voltado à redução das tarifas de energia elétrica lançado pela então presidente Dilma e que passou a vigorar em 2013

O índice de reajuste da tarifa de energia no âmbito do Departamento Municipal de Energia de Ijuí (Demei) pegou todo mundo de surpresa. O cálculo utilizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) leva em consideração não só o aumento do custo de transmissão, geração e compra de energia, mas também tenta compensar o conjunto de medidas voltado à redução das tarifas adotado pela então presidente Dilma Rousseff e que passou a vigorar no início de 2013. Com isso, o índice de reajuste a ser aplicado em Ijuí, a partir deste sábado, 22, passa a ser de 18,25%.

 

De acordo com diretor-presidente do Demei, Rubem Härter, o preço médio do Megawatt-hora (MWh) passará para R$ 504,09. Ao comparar o valor com o índice adotado na revisão extraordinária de 2015, quando ficou em R$ 503,59, o reajuste do valor não seria tão expressivo. “O que realmente impactou na definição do índice, que registrou leve declínio no ano passado, e que passara a ser aplicado em Ijuí, foram outros aspectos, incluindo decisões políticas adotas pelo governo federal” afirma Härter.

Como amplamente já divulgado pela imprensa nacional, a respectiva decisão da então presidente, causou um rombo em torno de R$ 64 bilhões ao setor, que a partir de agora, a Aneel repassa aos consumidores brasileiros. O diretor-presidente do Demei chama a atenção para esse fato, com o objetivo de esclarecer a opinião pública e os próprios consumidores de energia do Demei, que na economia não existe “milagre”, ou seja, o benefício que você concede aqui, logo ali haverá de ser compensado e quem, geralmente paga a conta é o trabalhador.

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